Limpa a bota. Cava na trincheira. Puxa-lhe. Pela crina. Corta as pinas. centopeia. Pe-lhe uma pedra. Em cima. Mata a bicha. Que est bem cheia. Morde-lhe a perna.
Limpa a bota. Cava na trincheira. Puxa-lhe. Pela crina. Corta as pinas. centopeia. Pe-lhe uma pedra. Em cima. Mata a bicha. Que est bem cheia. Morde-lhe a perna.
Adeus serra da Lapa. Adeus que te vou deixar. minha terra minha enxada. No fao gosto em voltar. Companheiros de aventura. Vinde comigo viajar. A noite negra a vida dura.
A presena das formigas. Nesta oficina caseira. A regra de trs composta. s tantas da madrugada. Maria que eu tanto prezo. E por modstia me ama. A longa noite de insnia.
A presena das formigas. Nesta oficina caseira. A regra de trs composta. s tantas da madrugada. Maria que eu tanto prezo. E por modstia me ama. A longa noite de insnia.
A morte. Saiu rua. Num dia assim. Naquele. Lugar sem nome. Pra qualquer fim. Uma. Gota rubra. sobre a calada. Cai. E um rio. De sangue. Dum. Peito aberto.
A formiga no carreiro. Vinha em sentido cantrrio. Caiu ao Tejo. Ao p dum septuagenrio. Larpou trepou s tbuas. Que flutuavam nas guas. E de cima duma delas.
Ainda bem que verdade. Ainda bem que mentira. A acupunctura em Odemira. Ainda bem que h quem viva. Em Odeceixe. E se peide vontade. Na Rua Espinha de Peixe.
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